27/01/13
16/01/13
Pós-graduação | Direito e Segurança
Instituto Politécnico de Beja
Regulamento do Curso de Pós-Graduação em Direito e Segurança
13/01/13
10/01/13
Mestrado em Psicologia Jurídica e da Criminologia
Semana do Mestrado em Psicologia Jurídica e da Criminologia
7-11.01.2013 | Universidade Fernando Pessoa | Porto
7-11.01.2013 | Universidade Fernando Pessoa | Porto
03/01/13
01/01/13
29/12/12
Base de dados de perfis de ADN em Portugal
Curso de Formação Avançada
Balanço e Perspetivas de Futuro
22 de fevereiro de 2013, 09h00, CES-Lisboa
23/12/12
Encontro | Psicologia Judiciária
Numa iniciativa conjunta da Faculdade de Direito de Lisboa, Faculdade de
Psicologia e Confederação Nacional das Associações de Família,
realizar-se-á no Auditório da Faculdade de Psicologia o Encontro "Psicologia Judiciária", no dia 10 de janeiro de 2013.
21/12/12
08/12/12
03/12/12
30/11/12
Tráfico de Pornografía Infantil: Dinámicas, roles y prevención
Jorge Jiménez Serrano
Psicólogo Criminalista
Octubre - Diciembre | 2012
26/11/12
Congresso | Alteração da legislação penal
O Instituto de Direito Penal e Ciências Criminais e a FDUL organizam o Congresso As Propostas de Alteração do Código Penal e do Código de Processo Penal, sob a direção científica dos Professores Doutores Maria Fernanda Palma, Augusto Silva Dias e Paulo de Sousa Mendes, no dia 4 de Dezembro de 2012.
16/11/12
15/11/12
12/11/12
10/11/12
09/11/12
Promoções na GNR
Ministérios
das Finanças e da Administração Interna
Autorização das promoções no ano de 2012 de militares da GNR
08/11/12
07/11/12
I Congresso de Ciências Sociais: Dos Riscos à Criminalidade
11 - 13 Abril | 2013
Universidade Católica Portuguesa (Braga)
06/11/12
22nd International Symposium on the Forensic Sciences
Australian and New Zealand Forensic Science Society
Sunday 31 August to Thursday 4th September 2014
03/11/12
Conferência | Confiança na Justiça
Auditório do CEJ | 09.11.2012
Com a participação do Prof. Pierre Henri Guibentif (ISCTE-IUL)
01/11/12
Uma Opinião | A Associação Portuguesa de Criminologia
No meu círculo de contactos académicos, sobretudo na qualidade de professor e de orientador de dissertações num mestrado em criminologia e investigação criminal, desenvolve-se um comentário que, no meu entendimento, é pleno de sentido. Neste momento, para se ser sócio da Associação Portuguesa de Criminologia, é necessário ser aluno finalista ou titular da licenciatura (1.º ciclo) em Criminologia (salvo a excepção restrita dos sócios honorários).
Ora, sabendo que há muitos anos que em Portugal existem investigadores e professores no domínio da Criminologia (entendida enquanto área científica interdisciplinar) não me parece fazer sentido que esse vínculo (de sócio da APC) seja vedado a tantos profissionais que lecionam em cursos de criminologia, que contribuíram para a formação dos atuais licenciados em criminologia ou que desenvolvem investigação na mesma área. Naturalmente que esta convicção ganha ânimo sobretudo no facto de, reforço, sabermos que a criminologia recorre a uma diversidade de domínios científicos (que vão, como sabemos, desde a biologia à psicologia, antropologia, sociologia, direito, entre outras) para consolidar a sua área de conhecimento com uma visão holística. Aliás, o próprio curriculum do curso de Criminologia é multidisciplinar.
Compreendo que exista, no atual posicionamento da APC, uma clara vontade de dar ênfase à importância do papel do licenciado em criminologia na sociedade hodierna por forma a reforçar a sua indubitável e inigualável missão especializada no mercado de trabalho. Mas também não me parece fazer sentido olvidar os novos mestres (e futuros doutores) em criminologia, bem como todos aqueles que têm dedicado a sua vida ao estudo destas matérias, tal como se pode constatar numa rápida leitura aos diversos painéis de oradores do I Congresso Português de Criminologia. Acresce que existem outras associações muito mais antigas, por exemplo a Associação Portuguesa de Sociologia, que não restringe os associados aos licenciados em sociologia, com cerca de 2.400 sócios inscritos.
Aliás, nos próprios Estatutos da APS pode ler-se, a certa altura, o seguinte:
Aliás, nos próprios Estatutos da APS pode ler-se, a certa altura, o seguinte:
Instituição dos estatutos de sócio efectivo, sócio-estudante e membro associado da APS,
criando-se uma distinção entre aqueles sócios que possuem um qualquer
grau em Sociologia – de resto, a esmagadora maioria – e aqueles que
pretendem acompanhar a vida associativa mas que ainda não o possuem – é o
caso dos Estudantes, cuja inscrição a APS pretende estimular – ou que
possuem formação ou curriculum em áreas cientificas que não respeitam
directamente à Sociologia – mas cujo mérito pessoal, científico e
profissional, e sobretudo interesse pela ciência sociológica e o seu
desenvolvimento, devem ser valorizados. Para as pessoas que se encontram
nesta última situação, isto é, a de terem reconhecido interesse pela
Sociologia e pelo seu desenvolvimento, mas não possuem um grau académico
em Sociologia, cria-se então o estatuto de membro associado da APS,
cujos deveres e direitos são adaptados a essa mesma condição.
Mas isto, como é óbvio, é uma mera opinião.
Pós-graduação | Ciências Forenses
Investigação Criminal e Comportamento Desviante
Lisboa | 23.02.2013
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